Maricá: Guarda-vidas realizam mais de 200 resgates durante Operação Verão Laranja, em Maricá, no RJ

Guarda-vidas realizam mais de 200 resgates durante Operação Verão Laranja, em Maricá, no RJ

Operação Verão Laranja chega ao fim em Maricá

Encerramento da operação

A operação Verão Laranja, que visava garantir a segurança dos banhistas nas praias e lagoas de , na Região Metropolitana do Rio, chega ao fim nesta segunda-feira (20), juntamente com o término do verão. Ao longo dos meses entre dezembro e março, a Defesa Civil realizou 207 resgates de afogamentos, além de mais de 109 mil ações de prevenção, orientando a população sobre os cuidados no mar.

Medidas adotadas

Durante a operação, a Defesa Civil contou com o reforço de agentes nos postos de salvamento aos finais de semana, além de três viaturas, seis quadriciclos e um barco para realizar rondas pela areia. possui 46 quilômetros de orla e 30 postos com guarda-vidas, o que permitiu um patrulhamento mais eficaz da região.

Mortes registradas

Apesar de todos os esforços, infelizmente, cinco mortes por afogamento foram registradas durante o período de Carnaval. Esses tristes eventos ocorreram em praias do distrito de Itaipuaçu, em menos de 24 horas, entre a terça-feira (21) e a quarta-feira de cinzas (22).

Continuidade das ações de prevenção

Apesar do encerramento da operação, as ações de prevenção nas praias de Maricá continuarão. A Defesa Civil está capacitando mais 60 guarda-vidas para atuarem no município e garantir a segurança dos banhistas. Vale ressaltar que as praias de Maricá possuem características perigosas, com mar de tombo, mudança brusca de profundidade e fortes correntes de retorno, que podem puxar os banhistas para dentro da água.

Orientações para os banhistas

A Defesa Civil orienta que, ao chegar à praia, a população procure os guarda-vidas e se informe sobre o melhor local para o banho. É importante seguir as orientações e se guiar pelas bandeiras. É preciso atenção ao nadar em áreas onde as bandeiras estão erguidas, pois geralmente indicam a presença de valas que podem colocar o banhista em risco. Além disso, é fundamental evitar tirar fotos de costas para o mar, uma vez que acidentes causados por ondas surpreendentes são comuns na região.

Fonte da Notícia: G1

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Bruno Rodrigo Souza

Bruno Rodrigo Souza

Bruno é Fundador e Editor no Guia Região dos Lagos

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