Suzano revela 5 resultados de colaboração e recuperação na COP30

corredor Suzano

Suzano Destaca Resultados na COP30 com Estratégia de Restauração Sustentável

A Suzano, gigante brasileira do setor de papel e celulose, marcou presença na COP30 destacando seu papel pioneiro em ações climáticas práticas e sustentáveis. Durante o painel “Land restoration for climate: private sector progress and solutions”, Malu Paiva, Vice-presidente Executiva de Sustentabilidade, apresentou o compromisso da empresa em priorizar ações concretas sobre anúncios vazios.

Enfoque na Colaboração e Ciência

Em um evento que reuniu personalidades de diversas áreas, como Chris Armitage da Global EverGreening Alliance e Praveena Sridhar da Save Soil, Malu Paiva enfatizou uma abordagem colaborativa e sistêmica. Em vez de simplesmente exibir grandes investimentos, a executiva destacou a importância da convergência entre ciência, financiamento e conhecimento tradicional. “Todo ator é relevante se estiver aberto ao diálogo”, reforçou, apontando que a verdadeira restauração requer empatia e colaboração.

A estratégia da Suzano também assenta em estreitar relações com as comunidades locais, considerando os impactos dessas interações na estratégia e no risco operacional da empresa. O modelo “Territórios Resilientes” exemplifica essa visão, integrando áreas sociais, ambientais e industriais para uma resolução conjunta de desafios com as comunidades.

Impacto Positivo e Resultados Já Visíveis

Os esforços colaborativos e tecnológicos da Suzano já demonstram resultados significativos, como a redução de 60% nos incêndios florestais em 2024. Além disso, novas parcerias foram estabelecidas, incluindo importantes colaborações com povos indígenas, reconhecidos por sua eficácia em proteger florestas.

Malu Paiva destacou a maturidade adquirida pela empresa: “Hoje somos capazes de dizer onde há problemas e como pretendemos resolvê-los, sem negar responsabilidades”, afirmou, revelando a evolução contínua da Suzano.

Estratégia de Natureza e Compromissos com a Biodiversidade

A recente Estratégia de Natureza da Suzano integra ciência e governança territorial com compromissos globais de biodiversidade. Essa iniciativa ambiciosa inclui parcerias com a IUCN e o uso da métrica STAR para mapear áreas sensíveis e identificar espécies ameaçadas. A métrica revelou 125 espécies em risco, sendo 24 prioritárias.

A Suzano se comprometeu a conectar 500 mil hectares de corredores ecológicos até 2030, abrangendo biomas como Cerrado, Mata Atlântica e Amazônia. O engajamento de comunidades tradicionais e a restauração com geração de renda através de viveiros comunitários são parte do objetivo da empresa de unir floresta e economia.

Um Movimento Estratégico Sem Promoção Excessiva

Diferente de outras grandes conferências, Malu Paiva optou por não focar em promover o nome da Suzano durante o evento. A executiva explicou que “credibilidade é construída com coerência”, enfatizando que o foco deveria estar em restaurar ecossistemas e colocar as pessoas no centro das ações.

A participação da Suzano na COP30 demonstra que é possível para empresas brasileiras ocuparem um lugar estratégico na agenda global de natureza e clima, contanto que ofereçam resultados concretos e verificáveis. Esse movimento reforça a importância de unir escala com transparência, e ciência com comunidade, apontando um caminho de sucesso sustentável no cenário empresarial global.

Fonte da Notícia: [Guia Região dos Lagos](https://ciclovivo.com.br/inovacao/esgciclovivo/atuacao-colaborativa-e-restauracao-suzano-apresenta-resultados-na-cop30/)

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