Macaé: Mulher é detida por utilizar documentos falsos como terapeuta ocupacional

Mulher é presa em flagrante por uso de documentos falsos para atuar como terapeuta ocupacional em Macaé — RC24H

Mulher é Detida em Macaé por Uso de Documentos Falsos na Prática de Terapia Ocupacional

Na tarde desta quinta-feira (14), uma operação conduzida por agentes da 123ª Delegacia de Polícia resultou na prisão de uma mulher, identificada como L.A.A.V., em Macaé. Ela é suspeita de usar documentos falsificados para atuar ilegalmente como terapeuta ocupacional. A ação policial foi desencadeada após denúncia do Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional da 2ª Região (CREFITO-2).

Investigação e Prisão

Tudo começou quando fiscais do CREFITO-2 procuraram as autoridades policiais para relatar que a mulher estava se fazendo passar por terapeuta ocupacional usando documentos que, alega-se, foram emitidos pelo próprio conselho profissional. Respondendo ao alerta, os policiais dirigiram-se a uma clínica no bairro Cajueiros, onde encontraram a suspeita atuando.

Durante a abordagem, a mulher apresentou aos agentes um diploma de bacharelado e uma declaração de inscrição profissional junto ao CREFITO, documentos que, conforme as investigações, haviam sido utilizados para estabelecer vínculo profissional com a clínica em questão. Os policiais apreenderam esses documentos e encaminharam para análise pericial.

Análise dos Documentos

Segundo a polícia, a análise pericial constatou que havia falsidades tanto materiais quanto ideológicas nos documentos apresentados pela suspeita. Essa descoberta reforçou a suspeita de que ela estava, de fato, exercendo a profissão sem a devida qualificação legal. Apesar das evidências, a investigada vinha sustentando regularmente que estava atuando de forma legal na área de terapia ocupacional.

Consequências Legais

Após a condução para a 123ª Delegacia de Polícia, L.A.A.V. foi autuada em flagrante pelo crime de uso de documento falso. Ela permanece detida, aguardando as medidas judiciais cabíveis. A prática de usar documentos falsificados para exercer uma profissão regulamentada levanta preocupações sobre a segurança e a ética nos setores de saúde e bem-estar.

Este caso não apenas destaca o trabalho dos fiscais do CREFITO-2 em garantir que os profissionais da área estejam devidamente qualificados, mas também o papel das autoridades policiais em garantir que casos de fraude sejam investigados e tratados com a seriedade que merecem.

Fonte da Notícia: https://guiaregiaodoslagos.com.br/

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Editorial do Guia Região dos Lagos

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